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Pill of Words

Blog não sujeito a receita médica.

Pill of Words

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"Soft-skills"

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Neste segundo ano de faculdade decidi que queria integrar novos projetos e participar em mais eventos que, de algum modo, contribuíssem para o meu conhecimento.

Acredito que é esta a altura certa para nos envolvermos em diferentes iniciativas e explorarmos as nossas capacidades e preferências em cada uma delas. Enquanto somos estudantes temos ao nosso dispor oportunidades que, enquanto profissionais, certamente não teremos. Somos jovens, temos a liberdade e as ferramentas necessárias para nos expormos a novos desafios e para, de certa forma, nos conhecermos melhor.

Confesso que a carga horária do meu curso acaba por limitar um pouco o meu envolvimento em diferentes projetos, contudo considero a preguiça e o comodismo limitações ainda mais difíceis de contornar.

 

Não sou o tipo de pessoa que tem particular tendência para sair da sua zona de conforto. Tenho algumas inseguranças e um medo tremendo de falhar com as minhas responsabilidades e de me desapontar. Na verdade, é sempre difícil quando a vida nos surpreende e nos troca as voltas, quando nada acontece como previsto e, aparentemente, perdemos o controlo da situação.

Mas, se não arriscarmos nem “apimentarmos” a nossa vida, estagnamos! Nunca sabemos até onde poderíamos ter ido e daí advêm sentimentos ainda mais cruéis, como a frustração e o arrependimento.

É por isso que comecei a olhar mais para as oportunidades que me estavam a ser concedidas e, infelizmente, desperdiçadas: eventos organizados pela associação de estudantes, workshops, congressos e palestras sobre temas do meu interesse, entre muitas e variadíssimas outras atividades.

Desta forma, sempre que as condições se proporcionavam, eu e um grupo de amigos partíamos à descoberta. Íamos ouvir novas vozes, conhecer novas caras, formar a nossa própria opinião...

E é isso que espero que este novo ano letivo me reserve. Que, juntos, possamos fazer ainda mais, partilhar bons momentos e aprender a retirar de cada experiência o melhor que a mesma tem para nos oferecer. Isto porque, na minha opinião, aquilo que fazemos além do cumprimento do plano curricular é cada vez mais importante, não só para o nosso conhecimento e para “abrir” os nossos horizontes, mas também para quem, futuramente, nos quiser contratar.

Este fator diferenciará os candidatos numa entrevista de emprego e conhecer diferentes realidades permitir-nos-á formar uma opinião mais fundamentada e informada sobre o que quer que seja. Todos teremos a ganhar com isso. Afinal, não se trata apenas de um currículo, trata-se de dar vida às nossas paixões! O segredo é esse: fazer porque sim e não “só porque sim”.

 

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