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Pill of Words

Blog não sujeito a receita médica.

Pill of Words

Blog não sujeito a receita médica.

Dr. Google

 

As novas tecnologias vieram revolucionar a nossa forma de estar na vida.

Tenho-me vindo a aperceber de como estas ferramentas têm impacto no nosso quotidiano e influenciam as escolhas e os hábitos que adotamos e, a verdade é que, hoje em dia, escrevendo as palavras certas no motor de busca, temos acesso a um sem fim de informação que nem sempre corresponde à verdade.

A Internet pode ser vista como um refúgio ao qual a maioria dos cidadãos recorre para resolver quaisquer problemas. Quando as pessoas estão doentes ou detetam algum sintoma minimamente suspeito, o primeiro aconselhamento que procuram é do Dr. Google. As suas consultas são gratuitas, rápidas e apresentam uma lista completa, na qual consta um diagnóstico e as possíveis causas, sintomas e tratamentos da respetiva “sentença”.

 

O meu primeiro estágio

 

Durante estas férias de verão realizei o meu primeiro estágio extracurricular. Nesta minha primeira experiência fui conhecer um pouco mais sobre uma das saídas profissionais do meu curso, pela qual manifesto particular interesse: farmácia hospitalar.

As expectativas eram muitas, assim como, o receio de não estar preparada para superar este desafio.

Acabei por ficar colocada num hospital, com relativamente poucos serviços, mas no qual pude perceber como tudo funciona. O primeiro dia foi, como esperava, o mais complicado. Tudo era novo, não tinha experiência nenhuma e estava um pouco ansiosa em relação à minha adaptação.

 

 

Crise dos 20

 

Tenho 20 anos.

No dia em que os celebrei quis escrever sobre mim num papel que empalidecesse e pudesse contar as histórias de uma rapariga que vivia perdida dentro de si.

Talvez o ponto de situação da minha vida fosse uma leitura irrelevante para uma avó de setenta anos, mas, a nostalgia que senti no dia do meu último aniversário, estaria certamente presente nos seus olhos: o coração do meu futuro.

E como seria ter coragem para olhar para trás? Como é, na verdade, ter coragem para olhar em frente?

Tenho 20 anos e não sei quantas incertezas cabem nos meus dias.

 

"Soft-skills"

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Neste segundo ano de faculdade decidi que queria integrar novos projetos e participar em mais eventos que, de algum modo, contribuíssem para o meu conhecimento.

Acredito que é esta a altura certa para nos envolvermos em diferentes iniciativas e explorarmos as nossas capacidades e preferências em cada uma delas. Enquanto somos estudantes temos ao nosso dispor oportunidades que, enquanto profissionais, certamente não teremos. Somos jovens, temos a liberdade e as ferramentas necessárias para nos expormos a novos desafios e para, de certa forma, nos conhecermos melhor.

Confesso que a carga horária do meu curso acaba por limitar um pouco o meu envolvimento em diferentes projetos, contudo considero a preguiça e o comodismo limitações ainda mais difíceis de contornar.

 

 

O lugar que há em mim

 

Quem me conhece sabe que preciso de pouco para ser feliz. Penso nisto de cada vez que coloco os pés no areal. Olho para o céu e para a sua sintonia com o mar e a vida parece perfeita. Percorre-me uma onda de boas energias e ali deixam de existir todos os porquês.

Sinto-me verdadeiramente em paz. Sinto-me viva!

Este ano, as oportunidades de pisar o paraíso têm sido muito escassas e a prova disso mesmo é que a minha época balnear só abriu oficialmente no passado dia 15 de Agosto: feriado e dia santo, precisamente. E, de facto, aconteceu um milagre.

 

O Ensino Superior e a minha visão do MICF

 

Todos os anos, centenas de jovens se deparam com um dos primeiros grandes dilemas das suas vidas: a escolha de um curso superior.

Para alguns, esta decisão há muito que está tomada, no entanto, para a maioria dos estudantes tais certezas não existem. Por vezes, as médias dos últimos colocados nos anos transatos superam aquelas que os visados conseguiram com o seu esforço e dedicação e quando, os mesmos, constatam que uma única centésima pode ditar a concretização ou não de um objetivo para o qual tanto trabalharam, ficam naturalmente sem saber o que fazer ou como lidar com a situação.

Por outro lado, mesmo quando a média não é um entrave, a implicância que uma escolha desta natureza terá no futuro da pessoa em questão é suficiente para que a mesma duvide do rumo que deve ou não seguir.

 

A minha experiência

 

Hoje, decidi fazer este post para te falar na qualidade de estudante do ensino superior, alguém que já passou por todo esse turbilhão de sensações e que nem sempre soube lidar com elas da melhor forma.